Foi uma loucura... A ilusão nos cegou e entramos num jogo que não ganharíamos, e o destino fez questão de nos provar que não foi só de uma parte, fazendo que os dois sentisse e tirasse sua própria conclusão do que se sentia, do que se viveu...
É estranho né? Antes eu era o réu, o objeto alvo das fofocas no campus de direito, o malvadão que largou a mocinha na sua cidade natal e foi viver a vida em São Paulo... posso imaginar e ate contabilizar as vezes que já lhe disseram para acabar com tudo, que isso nunca daria certo, que isso era uma besteira, que...
Não é fácil admitir, mas, eles (os fofoqueiros) estavam certos dessa vez!
Sinto muito em admitir isso, mas foi um bom aprendizado!
E com isso decidi rasgar meu peito pra te tirar de dentro, pois vejo que você já fez isso a muito tempo, mas não tem coragem pra falar, e como sempre o “palhaço pisador de corações” que toma a atitude atrás das cortinas, pois o público acha que ele é o malvado...o perverso... o mostro que ludibria menininhas inocentes... mas como você mesma sabe, não e bem assim! A menininha é forte,por isso, talvez nunca mais nos falemos, talvez ela volte a fumar, talvez aborte um filho, talvez ela volte a ser tudo que ela nunca foi quando estava ao lado dele, porque ela já não é mais “aquela” menininha!
Sim, eu digo “aquela” por que ele mesmo se referia ela assim, apontando-a entre a multidão para os amigos... “-aquela e a mulher!”. Ou paras amigas, “-olha, (fulana), é aquela a menina que eu sempre te falei”.
Um pequeno detalhe que eu tenho e gostaria de salientar nesta (não sei o que lá) é que ouve algumas tentativas em vão...da parte do palhaço, é claro! Lembrando-nos que no regresso da mocinha que já estava distante e confusa, ele bateu na porta dela pedindo consolo, pedindo carinho, pedindo afeto e ela se recusou a dar... depois de muita conversa e de palavras decoradas o desejo falou mais alto, e fizeram amor ali mesmo... por vontade? por carência? pra lembrar como era? Sinceramente, não sei... só me lembro de algumas palavras dela que tinha mais ou menos esse sentido “-Olha, não quero mais me machucar, não quero voltar e sofrer tudo de novo, pois logo você volta e eu fico aqui sozinha”, e o palhaço responde ”-tudo bem, mas vamos aproveitar o tempo que ainda temos juntos, pois poderemos nos afastar pra sempre”... FATO CONSUMADO!
Mas por fim, eu gostaria de agradecer... Pois, as juras eternas de amor nunca feitas, fez algum sentido, pois posto que é chama, o fogo se apagou, mas como disse o poeta, foi eterno enquanto durou!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
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