São Paulo, dia 26 de julho, seis horas da tarde.
Um dia frio, sozinho e sem muita ação...
Nada de muito estranho, certo? NÃO. A não ser pela parte do frio, que vem de dentro. Os 16 graus que fazem lá fora não são pálio para o meu coração de gelo.
O que me falta é um charuto, um bom vinho e um violão... aaaa um violão... não vejo companhia melhor para hoje. Ele me escuta, responde e me acompanha sem sair do tom... não me abandona, não reclama, não me oprime e nem me reprime.
Alem de um bom papo harmônico, ele saciaria o meu desejo com suas curvas, onde eu posso acariciar... sentir... abraçar... sem que ele reclame.
UM VIOLÃO. Violinos já não fazem meu estilo... gosto muito, mas prefiro admirá-los ao longe... onde eles não possam me emocionar com seu canto choroso e meloso...NÃO, basta!
Um violão fininho, daqueles novos, seria o ideal. Faria pouco barulho em casa, mas em lugares adequados, daria um belo show de sons... agudos... altos... demorados... sinfônicos!
Hoje quero me divertir... tive um dia cinza demais! E pensei... pra onde?
Um barzinho e um violão.
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